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15 de set. de 2011

Um sonho de realidade

Acordei como quem não queria acordar, queria mais um pouco de sono, mais um pouco do mesmo sonho, o sonho que a luz do sol batendo na minha janela me fez abandonar, a claridade do dia... como ela é má, me fez lembrar que aquele momento não era nada mais que um sonho, agradável sonho de uma noite fria e solitária, nada mais que minha imaginação te colocando como a coisa mais linda no mundo, tão reluzente quanto a estrela mais brilhante da noite mais escura que, com sua formosa luz, ofusca tudo que está ao seu redor, ofusca o resto da existência, e só ela brilha, só ela existe.

Sonhei com você, um sonho doce, um momento eterno que é a muito esperado, seus olhos de um tom tão azul que se posto no horizonte se confundem com o mar e com o céu, de uma maneira onde fica impossível saber o que é água e o que é infinito, o que é espuma das ondas e o que é nuvem, este azul olhando em meu olhos e descobrindo todos os segredos mais profundos e secretos, mais bem guardados, que só você consegue desvendar. Sua pele cor de terra, tão macia quanto a areia da praia recém molhada pelo azul dos seus olhos, sua pele a me abraçar, como o abraço da própria natureza a me embalar em sua beleza.

E no momento mais esperado deste terno instante, a realidade, como um vulcão a explodir na mais tranquila e pacifica ilha, fazendo com que sua paisagem mude completamente passando de um verde calmo divino para uma mistura de um cinza agitado e um vermelho maligno, chega com o sol calmo da manhã, a luz do dia, que sempre é convidativa hoje se fizera egoísta me arrebatando do sonho mais profundo, mais intimo, a luz batendo na janela do meu quarto veio me mostra que foi apenas um sonho. Mas sem perceber eu que sou egoísta, como eu sou má com a luz que sempre traz a mais pura intenção de todas, a bela luz da manhã só veio me mostrar que chega mais um dia no qual eu posso tornar este agradável sonho em uma terna realidade.

15 de abr. de 2011

Qual realidade?

Viajando pelo universo da filosofia, perdida entre textos e textos, um deles me chamou atenção, apesar de ser um texto bastante conhecido e muito comentado, é um texto que permite uma interpretação em diversos assuntos, e que cada pessoa pode fazer uma diferente em diferentes momentos de sua vida. Bem relativo, assim como filosófico: "A Alegoria da Caverna" de Platão. ( http://umascores.com.br/blog/wp-content/uploads/livros/platao/o_mito_da_caverna.pdf )

Neste texto Platão nos compara a prisioneiros em uma caverna cujos só conseguem ver sombras projetadas em um murro, e tomam aquilo que estão acostumados como realidade. Alguns pontos, em particular, me chamaram atenção, cujos os quais gostaria de mostrar meu ponto de vista, principalmente de como se compara ao mundo atual.

Em um primeiro instante quando um dos prisioneiros é libertado ele, naturalmente, sente dor ao olhar para luz, pois sempre viveu olhando para as sombras. Neste momento eu achei uma encruzilhada em que se encontram muitos quando dão de cara com a "verdade": conforto ou sabedoria. Esse prisioneiro poderia fazer duas escolhas: poderia simplesmente ignorar esse ponto de vista que lhe é apresentado, seja por conforto, facilidade ou medo do incerto, ou poderia seguir em frente e descobrir esse novo mundo, seja por curiosidade ou por sede de sabedoria e conhecimento.

O interessante é que para as pessoas, muitas vezes é apresentado esse novo mundo, esse novo ponto de vista, e em vez de estarem abertas à uma possível argumentação saudável, por costume ou preguiça, ou seja lá os conceitos que já estão transplantados em seu cérebro pela imposição da sociedade, simplesmente ignoram ou acham que estão ficando "paranóicos". São poucos os que tomam a atitude que Platão destinou ao seu prisioneiro.

Em um segundo momento Platão manda esse ex-prisioneiro de volta à caverna e diz que ao contar aos outros sobre esse novo ponto de vista os outros dizem que estão louco. Neste ponto vi mais uma situação onde algumas pessoas que aceitam esse novo ponto de vista desistem da "verdade', seja a razão o fato de convencerei-na, ou ela mesma se convencer, de que realmente ela está louca e tenta "voltar à realidade" imposta pela sociedade, ou por achar que não tem forças para lutar contra a mesma.

Penso que cada um tem o seu momento de "desilusão", se uma determinada pessoa conseguiu ver esse novo mundo é porque é o momento dela, irá querer mostrar a todos, mas irá se decepcionar pois nem todos estão preparados esse choque com a "realidade" em que foi criado o seu mundo, essa pessoa pode conseguir mostrar à outras, mas não desistir ou se intimidar ao ver que muitas não aceitarão o seu  ponto de vista.

13 de jan. de 2011

Entre ficção e realidade


Pode parecer redundante mas, como a maioria dos que tentam escrever sobre o assunto, o interesse surgiu do livro "O símbolo perdido" de Dan Brown, ciência noética, uma área a pouco bastante desconhecida e que veio a tona com esse livro, acho interessante que Dan Brown tem a incrível capacidade de colocar um ou dois assuntos polêmicos ou que podem geral polêmica em um livro e gira-lo em torno só disso, mais um livro dele que fascinou, assim como "Fortaleza digital" e "anjos e Demônios".


No livro Dan Brown descreve ciência noética como a ciência que estuda a mente humana e suas competências desconhecidas, ele diz quem  " O pensamento humano pode literalmente transformar o mundo físico." e de uma forma metafórica que " Somos mestres do nosso próprio universo.", ele explica isso com uma conversa entre dois personagens onde Katherine Solomom (personagem) compara o pensamento com um grão de areia.


Nesse dialogo explicasse que "um grão de areia por ter massa exerce uma força de gravidade sendo ela muito pequena para sentirmos, porém se pegarmos milhões de grãos de areia seria o suficiente para atrair e influenciar nas mares. Da mesma forma o pensamento possui massa, e pode ser medida, logo muitas pessoas pensando em um mesmo momento em uma mesma coisa ela torna-se tangível e exerce uma força de verdade."


A direto do IONS (Institute of Noetic Science) Marilyn Mandala Schlitz, diz que nada disso é impossível, e chega a ser comparada a personagem Katherrine Solomom. (http://www1.folha.uol.com.br/folha/livrariadafolha/ult10082u655246.shtml)


Sendo ficção ou realidade o fato que se realmente o que essa propõem for possível e acessível a qualquer pessoa irá revolucionar mais do que o próprio Renascimento, não deixa de ser uma proposta interessante. E pensando em efeitos imagino que como em toda grande descoberta existam os que vão utiliza-la de forma sensata e positivamente, e aqueles podem fazer dela a mais nova "bomba atômica". 


Prefiro concordar com Dan Brown quando, nas palavras do personagem Robert Langdon, diz: "Abram a mente, meus amigos. Todos nós tememos aquilo que foge a nossa compreensão."

18 de dez. de 2010

Mais outro mundo invisível.

Pensar em um mundo de três dimensões apenas já é pensar pequeno para os físicos, o mundo como vemos, em comprimento, altura e profundidade, da base para pensar em mais algumas dimensões. alguns físicos fizeram teorias relativas a isso, alguns dizem poder haver 11 dimensões ocultas, outro 27, as teorias se baseiam na teoria da relatividade.

Defende-se que vivemos em um mundo onde só vemos três dimensões, mas existem mais dimensões que não podemos ver, então torna-se difícil explicar com exatidão, assim como em um desenho que o professor faz no quadro é difícil enxergar com exatidão a terceira dimensão, nós simplesmente não podemos ver as outras dimensões assim não conseguimos ver os raios ultravioleta. (Teoria das Cordas)

Outra coisa é que o tempo também pode ser considerado uma dimensão, sim ele é quantitativo, e pode ser considerado como matéria, (uma coisa que tenho que pesquisar mais), tornando, assim, a gravitação uma simples questão de geometria, todo o mundo se torna uma simples questão de geometria, o que por um lado dificulta a vida dos físicos, pois não podem criar uma teoria baseada em uma teoria geométrica se a mesma não estiver correta.

Uma dessas teorias sustenta que o universo que podemos ver é uma pequena membrana em outro universo gigantesco, como uma algumas gotas de óleo boiando em um copo cheio d'água, mas só podemos ver o óleo. Uma teoria, não relacionada a esse assunto, diz que o universo é finito, se chegarmos ao fim dele voltaremos ao começo, concluo eu que isso dentro do que podemos ver.

Alguns podem pensar, "mas como a ciência pode estudar algo que não podemos ver?". Bom, a química faz isso o tempo todo, não vemos o átomo, muito menos o quark, mas todas as teorias que se estuda nos colégios, nas faculdades, e em quais todos acreditamos, e muitos achamos fascinantes, é baseada nestas duas partículas que não vemos. Mais um fascinante assunto para estudar, e a cada dia a ciência da saltou incríveis.