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17 de nov. de 2011

Verdadeiro amigo

Interessante é como o livro sempre se mostra seu melhor amigo, sempre está lá nas horas em que preciso recorrer a ele, sempre tem algo a dizer, sejam palavras que me confortam ou simplesmente palavras que me façam esquecer, que me façam viajar em um outro mundo.

O meu refúgio, ou fuga se quiserem assim chamar, o lugar onde me escondo, é um mundo inteiro completamente diferente do mundo real, ou melhor, do mundo em que vivemos, pois ele se faz real no instante em que estou nele. E é também diferente dele mesmo a cada momento, a cada livro que leio, a cada história que imagino.

O mais legal deste mundo, além do fato de ser exclusivamente meu, é que posso mudá-lo quantas vezes eu quiser, quando e como eu quiser, é pura imaginação orientada por um narrador distante, este orienta a direção, mas o resto sou eu quem faço. E o mais divertido é que posso entrar e sair dele a qualquer momento.

Exatamente a qualquer momento, basta querer, basta começar a ler, e neste ponto volto ao meu caro amigo, que sempre estará lá, não importa o que eu faça ou deixe de fazer, o que eu diga ou que sinta, ele simplesmente estará no mesmo lugar que eu o coloquei, só esperando por mim.

13 de jan. de 2011

Entre ficção e realidade


Pode parecer redundante mas, como a maioria dos que tentam escrever sobre o assunto, o interesse surgiu do livro "O símbolo perdido" de Dan Brown, ciência noética, uma área a pouco bastante desconhecida e que veio a tona com esse livro, acho interessante que Dan Brown tem a incrível capacidade de colocar um ou dois assuntos polêmicos ou que podem geral polêmica em um livro e gira-lo em torno só disso, mais um livro dele que fascinou, assim como "Fortaleza digital" e "anjos e Demônios".


No livro Dan Brown descreve ciência noética como a ciência que estuda a mente humana e suas competências desconhecidas, ele diz quem  " O pensamento humano pode literalmente transformar o mundo físico." e de uma forma metafórica que " Somos mestres do nosso próprio universo.", ele explica isso com uma conversa entre dois personagens onde Katherine Solomom (personagem) compara o pensamento com um grão de areia.


Nesse dialogo explicasse que "um grão de areia por ter massa exerce uma força de gravidade sendo ela muito pequena para sentirmos, porém se pegarmos milhões de grãos de areia seria o suficiente para atrair e influenciar nas mares. Da mesma forma o pensamento possui massa, e pode ser medida, logo muitas pessoas pensando em um mesmo momento em uma mesma coisa ela torna-se tangível e exerce uma força de verdade."


A direto do IONS (Institute of Noetic Science) Marilyn Mandala Schlitz, diz que nada disso é impossível, e chega a ser comparada a personagem Katherrine Solomom. (http://www1.folha.uol.com.br/folha/livrariadafolha/ult10082u655246.shtml)


Sendo ficção ou realidade o fato que se realmente o que essa propõem for possível e acessível a qualquer pessoa irá revolucionar mais do que o próprio Renascimento, não deixa de ser uma proposta interessante. E pensando em efeitos imagino que como em toda grande descoberta existam os que vão utiliza-la de forma sensata e positivamente, e aqueles podem fazer dela a mais nova "bomba atômica". 


Prefiro concordar com Dan Brown quando, nas palavras do personagem Robert Langdon, diz: "Abram a mente, meus amigos. Todos nós tememos aquilo que foge a nossa compreensão."