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6 de out. de 2011

Re-recomeço das aulas.

E as aulas voltaram, pelo menos no IFRJ de Nilópolis, estou tão feliz, voltar a estudar, voltar para o colégio, já estava na hora.

"O conhecimento não representa necessariamente sabedoria, mas com certeza a ignorância nunca é uma opção razoável" Marcelo Gleiser0

"Estou apenas procurando meu lugar no espaço e meu espaço em mim mesmo" Ale Pierre

27 de set. de 2011

Escolhas apressadas

Qual a pergunta que é mais feita para um criança? O que você quer ser quando crescer? Acho isso muito injusto, a criança não tem noção de mundo, não sabe o que ela gosta e o que ela não gosta, ela só conhece o que esta ali na frente dela, o que ela convive, então o mais provável é ela responder alguma referente a profissão dos pais, isso quando não diz exatamente: "quero ser igual o papai". A sociedade já faz agente pensar no quer ser desde de pequeno mesmo sem conhecer.

Mesmo no ensino médio é difícil, a maioria dos colégio de ensino médio não da base para se fazer uma escolha para o resto da vida, agente acabou de sair de uma fase de brincadeiras e faz de conta, alguns nem saíram ainda, e já somos obrigados a escolher o destino do resto da vida, não tem muito cabimento. O mais interessante é como se baseia essa escolha, a escolha certa é feita quando se escolhe o que dá dinheiro ou o que se gosta, se for os dois melhor ainda, a questão é que o que dá dinheiro agora amanhã pode não dar mais.

Mas tem outra questão mais importante, como eu vou saber do que eu gosto se eu não conheço, "o ensino médio é para isso", mas o ensino médio não te mostra como determinada coisa é de verdade, você acha que gosta de uma determinada matéria, mas quando vai para a faculdade daquilo vê que não é exatamente aquilo que você imaginava, ou acaba não gostando. Não é justo termos que decidir toda a nossa vida quando ainda estamos conhecendo como funciona o mundo, não é a formula da felicidade, não é conveniente, não dá certo.

25 de mai. de 2011

Vida de escola.

Ultimamente tenho lido muitos textos falando sobre bullying, em todos os lugares que passo tem algo referente ao tema, "bulling é crime!" e coisas parecidas. A realidade é: toda criança, adolescente e jovem, que esta ou passou pelo colégio já sofreu ou sofrerá algum tipo de bullying na vida, é a coisa mais normal que existe, encarnação por características físicas, encarnação pelo intelectual, intimidação pelo fato de andar em qual panelinha.

Levando em consideração que é na escola que, não somente aprende as informações e conceitos do lado intelectual das coisas, mas é lá que a criança aprende a viver em sociedade, é lá que a criança descobre sua personalidade e aprende a conviver. Esse tipo de encarnação é normal e necessário, pois das duas, uma: ou a pessoa vai aprender a se defender e impor respeito, o que é necessário para a vida, ou a pessoa vai aprender a aceitar e conviver com aquilo.

Por que na escola passa a ser crime uma coisa que se encontra no dia-a-dia de um cidadão em maior escala: preconceito, exclusão, entre outros. não estou defendo essas atitudes, estou dizendo que se isso existe para os adultos, as crianças tendem a imitar, e chega a ser uma preparação e uma formação de caracter. O problema do bullying é quando começa a passar dos "limites" (se é que existe), quando a encarnação começa a virar (bullying no conceito certo) agressão, ou abuso, mas a parti daí sempre depende do conceito de "limite" de cada individuo.

Uma é certa, o ser humano não sabe viver em sociedade, nunca soubesse, por isso criou-se as leis, tanto escritas quanto não escritas, de comportamento e aceitação, mas é difícil agradar a todos, sempre terá aquela pessoa que achará isso ou aquilo injusto. Se o ser humano soubesse viver em sociedade não saberíamos o conceito do vocábulo: guerra.

5 de mai. de 2011

Índios VS Indígenas, noção de cultura.

Uma das minhas professoras comentou em sala de aula (invadida por mim) sobre uma palestra que um indígena deu aos professores e as diversas reações dos mesmo. Uma das quais me deixou pensativa: ela contou que uma das professoras que se encontravam na palestra falou que era engraçado o fato de o indígena não ter "sotaque de índio" e não parecer com um.

Então me pus a pensar: o que seria "sotaque de índio"? Acredito que seja o que se vê em filmes e desenhos, a idéia de índio que a mídia passa para agente: "mim Tarzam, você Jane." Logo, deve-se pensar que o parecer com um índio é vestir somente uma tanga e sair gritando e batendo no peito pelas árvores... ? Se você pensa assim permita-me dizer que no mínimo você vive em 1500.

Vamos começar diferenciando índio (conceito da mídia) de indígena (descendentes do mesmo). Como falei no parágrafo anterior índio é aquele ser "sem civilização" que os portugueses acharam aqui quando chegaram. Aquele ser que foi oprimido, roubado, humilhado, tirado de sua cultura, forçado a trabalhos braçais, forçado a deixar sua vida de retirar da natureza somente o necessário para sua sobrevivência. 

O indígena é o filho do índio que aqui morava, que mora se mistura à 'civilização" convive com os "brancos"' dia-a-dia e nem se quer reparamos a sua presença. No Rio de Janeiro existe em torno de 30 mil indígenas, morando, trabalhando, convivendo, tendo sua rotina. Interessante uma das respostas que  foi comentada: "então os indígenas estou invadindo a cidade?", gostei da resposta: "desculpa, mas quem foi que invadiu o que mesmo?".

De fato, somos preconceituosos, achamos que sabemos de tudo, somos presunçosos. Ouvi de um amigo que um indígena que ele conhece disse que tem vergonha de se identificar indígena, sim, chegamos a tal ponto, vergonha de sua cultura. 

Acredito que o que faz a cultura brasileira é justamente a mistura de diversas culturas, a tal da miscigenação, por isso mesmo, seja qual for a origem de uma pessoa, sua cultura ou verdades, deve ser respeitada e considerada. Não se deve julgar alguém pelo simples fato de ser diferente, ou de ser igual "devendo" ser diferente, isso não faz sentido. E primeiramente, deve-se descobrir o que é verdade e o que é alegoria. Pensar.

29 de mar. de 2011

Quem conta um conto....

Fernando fala para Lucas:
 - Geni está no grupo de estudo do João.
Lucas fala para Suzana:
 - Geni está andando pra cima e pra baixo com o João.
Suzana fala para Vitória:
 - Geni tem interesse em João.
Vitória fala Gabriel:
 - Geni está dando em cima de João!
Gabriel fala para Diego:
 - Geni está se fazendo de amiga de João para segundos interesses!
Diego fala para Rafaela:
 - Geni está ficando com João!
Rafaela fala para Danilo:
 - Geni está ficando com João como se fossem namorados!
Danilo fala para Luana:
 - Geni está fazendo sexo com João!
Joama fala para Laura:
 - Geni e João estão transando todo dia!
Laura fala para Ana:
 - Geni está com AIDS!
Ana pergunta para Geni:
 -  É verdade que vc está com AIDS porque está transando com o João?
Geni responde à Ana:
 - Não, eu só estou no grupo de estudo com ele!

5 de fev. de 2011

Querida férias, até mais!

Volta às aulas!!! Uma época para alguns bastante desesperadora, conheci um menino que uma vez, porque não queria estudar, questionou a mãe assim:

 - Mãe, por que eu tenho que estudar?
 - Para ser alguém importante no futuro, meu filho.
 - Mas o Lula não estudou e virou presidente!

Diante dessa a pobre mulher teve que simplesmente obrigar o filho a estudar. Mas de qualquer forma a escola é um lugar muito interessante, onde, quando se é criança ou adolescente, se passa a maior parte do dia la dentro, onde faz amizades, muitos conseguem namorados, fazem de tudo menos estudar.

 - Mãe, estou tão ansioso para voltar as aulas!
 -  Que bom filho, quer estudar?
 - Não mãe, quero rever meus amigos!

Vejam pelo lado bom, pelo menos ele está na escola... pois bem, uma coisa que só pode ser mudada com dedicação dos professores ao ensino de suas determinadas disciplinas, o que no Brasil... digamos que é tão raro como político honesto.

Mas assim como os alunos não estão preocupados em de fato aprender, muitos pais de hoje também não, o que antigamente em um zero os pais culpavam o próprios filhos e requeriam mais deles, hoje um zero é culpa do professor, parece que os próprios pais não estão preocupados com a aprendizagem e sim somente com nota boa, o suficiente para passar.

Desse os que ficam ansiosos com a volta às aulas pelo simples fato de gostar de estudar (sim, isso existe) muitas vezes não arranjam muitos amigos, pois passam como ET ou coisa do tipo. \Isso é de se esperar num país como o nosso, será que nos chamados "desenvolvidos" é diferente?

6 de dez. de 2010

A mágica da interdisciplinariedade

Estava estudando para as provas de final de período, cansei, e como toda boa adolescente, fui para o computador passar o tempo na internet, mas sou um pouco diferente do comum, estava sim no msn e companhia, mas gosto de pesquisar, ler, e vira e mecha jogo assuntos aleatórios no parceiro de todo estudante: google, no meio de leituras avulsas me deparei com um assunto referente ao qual estava estudando a pouco, mas em uma matéria que completamente diferente, me deparei com a interdisciplinariedade. 

Comecei a pensar então que essa forma de ensino que quer entrar em nossas escolas de fato é bom, pois um aluno que diz que gosta de tal matéria mas não gosta de outra poderá perceber que elas estão ligadas, não falo de uma ou outra, como química e física, mais sim de toda e qualquer matéria, tudo esta relacionado entre si, como tudo tem uma explicação, um começo, e nada surge por acaso, e tudo reflete em muitas areais da vida, tudo tem relação direta.

Um bom exemplo, para quem gosta de literatura, o homem escreve sobre o que conhece, logo se surge uma nova forma de texto, surgiu um novo comportamento na sociedade,  que para entender como tal surgiu recorremos a história, ... e assim, é bem capaz, de se começar a gostar de história também, o romantismo (literatura) surgiu por volta do século IX, que foi quando começou a surgir a idéia de se casar por amor, e coisas do tipo, causada pela revolução industrial que acabou com a estrutura de familia aristocrata, (com o tempo claro), que era assim por causa .... assim não termino de escrever hoje.

Posso fazer um passeio por varias matérias selecionando apenas um assunto, posso sair da química e chegar em psicologia, posso sair da geografia e chegar em mitologia, ..., enfim.
A idéia que quero passar é que não tem porque se estudar matérias isoladas, juntando as coisas você consegue associar melhor, entender melhor, e talvez até gostar de matéria "chatas", talvez gostar de tudo.

Além de ser um bom método de estudo, apesar de não ser utilizado fielmente nas escolas ainda, mas é interessante olhar fatos por todos os ângulos, perceber que as coisas só acontecem porque muitas outras coisas influenciaram para aquilo, que tais coisas são estudas em outras matérias, e se vistas por esses ângulos específicos se tornem interessantes.

11 de nov. de 2010

Definindo algum futuro

Uma coisa que esta na cabeça de muitos jovens, principalmente os que estão estudando para o vestibular: o que eu vou ser? Muitos estão decidindo, mas muitos já sabem o que vão ser. E é ai que eu quero chegar! O interessante é a pergunta que vem por traz da pergunta à cima: por que eu vou ser isso?

Observo que as respostas variam, algumas agradáveis, outras decepciocionantes. Enquanto existem pessoas que escolhem uma carreira porque gosta, existem aquelas que escolhem apenas por dinheiro, ou pior, porque alguém quer, normalmente os pais.

Quando escuto alguém dizer: "Não gosto mas vou fazer porque dá dinheiro..." não consigo imaginar um futuro. Fazer o que é convencional não traz felicidade, muito menos satisfação. Sendo realista: nenhuma carreira da dinheiro no Brasil, FATO! Então já que você vai passar mais de 2/3 de sua vida se dedicando a uma coisa que... vai ser sua vida, pois ninguém em sã consciência consegue parar de trabalhar e só curtir os "frutos", pelo menos que sinta prazer no que faz.

A idéia é basicamente essa: você se mata de estudar, trabalhar, etc. para não... morrer! Contraditório? Não, bem bolado. Um sistema que beneficia poucos a partir do esforço de muitos.

O sistema te obriga a segi-lo lhe convencendo que você precisa dele, o que não deixa de ser verdade. Nós alimentamos o sistema e somos alimentados por ele, logo não podemos deixar de alimenta-lo. Um ciclo sem saida.

Tenho que concordar com nosso amigo Capitão Nascimento quando ele diz: "O sistema é foda!"

Por isso, por mais que não se possa escapar, pode adaptar de maneira a te beneficiar. Fazer o que gosta, uma maneira de sofrer menos!