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3 de mai. de 2013

Quando encontram o seu eu.

Acontece assim: quando resolve se abrir, destruir os muros construídos ao longo de um tempo para sua defesa e deixa a pessoa entrar e ver como você é, quem você é, a pessoa te magoa, você sofre tudo de novo e passa por todo o processo de construção de muro novamente. Mas acontece que você é idiota, e deixa isso acontecer sempre que conhece alguém e acha, por algum momento de problema mental que você esta passando na hora, que pode confiar na pessoa. 

Lidar com pessoas é difícil para mim, lidar com pessoas normais é mais difícil ainda. Ninguém pensa em perguntar o porquê uma pessoa faz determinada coisa, toma determinada atitude ou pensa de determinado jeito, para que perguntar, se pode tirar conclusões com somente o que se vê, sem levar em consideração todo um contexto, que em cada caso é um diferente? Muito trabalho, é mais fácil julgar. 

O problema virá de fato um problema quando se leva em conta relacionamentos, as pessoas querem que você derrube seu muro, suas defesas, mas não querem parar para entender o que encontram quando você faz isso. A sociedade quer tornar diferente o que ela mesma criou, porém sem dedicar o tempo e a atenção necessária à cria.

7 de abr. de 2011

Entrevista criativa do dia!

 - Agora vamos falar com o nosso repórter que está fazendo cobertura do caso de um menino que entrou em sua antiga escola atirando em seus ex-colegas e logo após atirou em si mesmo, é com você!
 - Isso mesmo, nós estamos aqui com o pai do menino que fez essa barbaridade e se matou: como você está se sentindo em relação a atitude de seu filho?
 - Estou muito bem, super feliz, sempre quis que meu filho fizesse essa burrada, era o sonho da minha vida que ele tentasse matar seus ex-colegas, que se revoltasse contra a escola, e sempre quis que ele se matasse, ele me fez muito feliz!
 - E por que você acha que ele tomou essa atitude? O que pode ter provocado isso?
 - Ah, espera que vou entrar em contato telepaticamente com ele para perguntar..... ele falou que foi porque ele quis!
 - Obrigado! Agora vamos falar com uma das alunas do colégio que estava na sala em que ocorreu a cena dita a pouco: o que você sentiu no momento em que estava acontecendo a cena?
 - Cara, foi emocionante, parecia que eu estava dentro de um filme de ação, sempre sonhei que esse dia chegasse, sempre sonhei em estar frente-a-frente com a morte para ver como é! Foi radical!
 - E disseram que ele entrou atirando, como foi que aconteceu? Ele estava armado?
 - Não, ele chegou, pôs as "coisas" para fora, e começou a atirar, foi impressionante, parece que engoliu as balas do revolver!
 - Obrigado! Agora vamos falar com a diretora da escola onde ocorreu a cena: o menino estudava aqui antes, você imaginavam, quando ele fez a matricula, que ele podia vir um dia a fazer isso?
 - Ah, claro, ele falou para gente que a intenção dele era se matricular para conhecer, depois sair e vir atirar em todo mundo!
 - Obrigado! Mais um caso impressionante, ficamos por aqui, é com vocês ai no estúdio!