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6 de jul. de 2011

Divã das princesas - Ariel

 Oi doutor, como vai?

Não me reconhece? Sou Ariel, mas conhecida como pequena sereia, poucos lembram meu nome.

Bom, estou aqui porque disseram que seria bom eu procurar um psicologo e as outras princesas me indicaram você.

As outras que vieram aqui, a Bela, a Chapel e a Branca.

Bem, dizem que o meu problema é com quem escreve meu conto, sempre mudam o final, não se decidem.

Como assim? Primeiro me fazem morrer no mar enfeitiçada, depois não querem que eu morra e me fazem virar espuma branca do mar, nada contra a Branca de Neve mas isso não é legal.

Então, quando eu estava começando a me acostumar com o fato de ser espuma, era até divertido ir para lá e para cá no mar, me fazem ficar viva e casar meu lindo príncipe, poxa cansei qual vai ser a próxima? Vou virar purpurina? Não deixa essa para Peter Pan.

Sim desse final eu até gostei, mas quem dera que terminasse no felizes para sempre, o problema é o depois, esse lindo príncipe, que só é lindo, só quer saber de me ouvir cantar, todas as noites eu fico rouca e ele com dor de cabeça, o que não sei é verdade ou desculpa.

Claro que gosto de cantar mas não o temo todo, tudo bem que foi pelo que ele se apaixonou mas não precisa ser o tempo todo, existem outras coisas para fazer.

Mão é só isso, é tudo mais isso, mas sim é só isso.

Bom doutor é uma boa solução, então até mais ver, tchau.

23 de fev. de 2011

Contos macabros de nossa infância

Assistindo uma aula que "invadi" de uma ex-professora minha escutei sobre a origem dos nossos queridos contos de fadas, que são contados inocentemente para nossas crianças, resolvi pesquisar um pouco e descobri que nas versões originais esses contos não são literatura infantil e sim macabras história de terror. Alguns exemplos que achei mais sinistros.

1º- Chapeuzinho Vermelho.
Neste conto nossa menina é má instruída pelo lobo e salva pelo lenhador, mas na versão original de Charles Perrault não existe lenhador, a boa velhinha é estuprada e literalmente comida pelo lobo e logo após nossa inocente menina tem o mesmo destino.

2º- A Pequena Sereia.
Neste a sereia vira mulher e casa com o principie, mas na versão original o príncipe se casa com uma princesa e nossa sereia se desespera, ganha uma faca para matar o príncipe e voltar a ser sereia mas ela não o mata e volta ao mar tornando espuma.

3º- Branca de Neve.
A pobre menina que a madrasta pede para matar por ser mais bonita, na versão original a madrasta pede os pulmões e o fígado, o pobre moço tem pena da menina e a deixa escapar levando para a senhora os órgãos de um porco que ela come. A pequena Branca acorda com o cavalgar do cavalo do príncipe e não por um beijo mágico, fora que uma menina bonita com sete caras excluídos da sociedade não dá boa coisa. 

4º- Bela Adormecida.
Na versão original nossa dorminhoca não é acordada por um príncipe, um rei a estupra, nove meses depois ela tem gêmeos, ai sim ela acorda para ficar sabendo de sua terrível situação. A esposa do rei descobre e quer cozinhar os filhos e ela para comer no jantar, mas o rei cozinha sua própria esposa e vive com sua familia.

5º- João e Maria.
Na versão original a bruxa é um demônio que quer guilhotinar as crianças, elas fingem que não sabem como deita na maquina de matar e sua esposa vai demonstrar, as crianças a decapitam e fogem. Cá entre nós, para uma esposa de demônio ela é bem burrinha.

6º- A garota sem mãos,
Na versão atual a garota perde as mãos por causa de um pacto feito pelo pai com o diabo, mas na original o pai corta as mãos da menina por ela se recusar a fazer sexo com ele.

7º- Cinderela.
Nesse conto o original só se difere do atual na idéia das irmãs terem que cortar seus pés para caber no sapatinho, e no casamento a madrasta ser o brigada a dançar ate a morte com um par de sapatos feito em ferro quente.

8º- Os três porquinhos.
Na versão original o lobo come os dois primeiros porcos e o terceiro porco come o lobo e seus irmãos na barriga dele assados na chaminé.

Pois bem, esses são apenas os que me chamaram mais atenção por serem os me contaram milhões e milhões de vezes, mas existem outros tanto ou mias macabros, aconselho a só contar o final destes contos quando seus filhos ja tiverem noção de conceitos mais "adultos".